O Papa João Paulo II pediu à Igreja uma Nova Evangelização, com novo ardor, novos métodos e nova expressão. Certamente, o Sumo PontÃfice sentiu no coração essa inspiração de Deus em face dos grandes desafios da Igreja no século XXI: um laicismo agressivo contra a Igreja Católica, a presença das seitas que retiram os filhos de Deus dessa instituição; a aprovação e propaganda de muitas práticas ofensivas a Deus, como o aborto, a eutanásia, a manipulação de embriões humanos, a prática homossexual, entre outros, as quais o nosso querido Papa Bento XVI chama de ditadura do relativismo, que quer nos fazer crer que a verdade não existe e que cada um faz a sua.
Creio que essa Nova Evangelização está acontecendo com as Novas Comunidades. Nota-se aà a nova expressão de vida cristã pedida pelo Santo Padre. Aà está um novo ardor no fogo do EspÃrito Santo; e novos métodos de evangelizar, sobretudo, pelos meios de comunicação. A Igreja já não está mais andando de carroça no asfalto.
O EspÃrito Santo, que é alma da Igreja, sempre a socorre especialmente nos momentos mais difÃceis de sua história. Nos tempos modernos, Ele suscitou – a partir do ConcÃlio Vaticano II – uma Primavera na Igreja, como declarou João Paulo II. As flores e os frutos dessa Primavera podem ser vistos, sobretudo, nos Novos Movimentos e nas Novas Comunidades de Vida e de Aliança, envolvendo especialmente os jovens, que deixam tudo, os prazeres do mundo, a famÃlia, para servir a Deus unicamente.
Nelas Nosso Senhor Jesus Cristo é amado, servido e adorado verdadeiramente como Senhor e Salvador. O que importa é que o Seu Reino seja implantado na terra pela evangelização; missão primeira dessas Comunidades. Os jovens são evangelizados com ardor e parresia, a castidade lhes é apresentada como uma fonte de vida; os casais são chamados a viver a fidelidade a Deus e ao cônjuge, entre outros.
O carisma e o serviço próprio de cada uma devem estar sempre à disposição das outras para que todas se edifiquem e juntas construam o Reino do Senhor na terra. Não pode haver a menor concorrência entre uma Comunidade e outra, pois isso seria a negação da caridade e do serviço ao Reino.
<< Voltar |